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O culto dos mortos no Dia de Todos os Santos

  • 1 de nov. de 2015
  • 1 min de leitura

Todos os anos, no Dia de Todos-os-Santos, dia 1 de Novembro, milhares de pessoas rumam em direção aos cemitérios, para assim prestarem homenagens aos familiares já falecidos. É nesta altura que os cemitérios citadinos ganham um movimento desusado, com um “caprichar” das sepulturas e a decoração das mesmas.


Apesar das flores tradicionais desta época continuarem a ser os crisântemos, muitas pessoas gastam muitas dezenas de euros para enfeitar os túmulos.

Para muitos, a tradição ainda continua a ser o que era, mas, para outros, não, já que dizem não entender, uma vez que gastar muito em flores nem sempre é sinal de amor, nem de saudade. Por norma, as famílias enfeitam as campas dos familiares ou amigos e rezam pelas suas almas. Este dia também convida à reflexão espiritual de cada um, sobre a conduta que levamos na vida terrena, e à união entre as famílias.


O Dia de Todos-os-Santos foi instituído pela Igreja com o objetivo de compensar a falta dos fiéis em recordarem os santos nas celebrações ao longo do ano. Esta tradição está na origem da composição do Calendário Litúrgico. Apesar do dia dos Fiéis Defuntos só se assinalar a 2 de Novembro, as pessoas aproveitam o 31 de outubro e 1 de novembro para irem aos cemitérios.

 
 
 

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